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Igreja

IIGD do Acre doa mantimentos para famílias afetadas pela enchente

por Redação Graça Jovem/MT
07/03/2015 às 16:34h
Com a água na altura dos joelhos, jovens entregaram cestas básicas a moradores de bairros alagados

Em parceria com o Projeto Mão Amiga, os jovens da Igreja Internacional da Graça de Deus do Acre entregaram cestas básicas, roupas e calçados aos atingidos pela enchente, nos dias 04 e 05 de março. O grupo utilizou barcos para alcançar as áreas de mais difícil acesso e enfrentaram o alagamento com a água na altura dos joelhos, em outros locais.

A ação foi registrada pelos próprios jovens e divulgada em uma rede social. Os vídeos podem ser acessados pelos links: https://www.facebook.com/video.php?v=1034671113228320&pnref=story e https://www.facebook.com/video.php?v=764038877025146&pnref=story.

“Como é bom ajudar essas pessoas, venha você também ser voluntario, ou ajudar com alimentos ou roupa... Vamos unir nossas forças!”, afirmou a jovem Mary Araújo, em uma rede social na qual divulgou a ação.

A Eliane Maria Azevedo aproveitou para agradecer pelo trabalho. “Que Deus abençoe a equipe do Mão Amiga e a juventude da Graça pelo trabalho, juntos somos mais fortes”.

Os impactos da enchente se agravam com rapidez pelo fato de que várias cidades e povoados acreanos estão localizados às margens do rio. Só em Rio Branco são 87 mil atingidos, mas o estado possui apenas 26 abrigos e não consegue socorrer todas as vítimas.

Como os estragos causados pelas enchentes extrapolaram os limites da normalidade, na quinta-feira (5) a Secretaria Nacional de Defesa Civil decretou estado de calamidade pública para duas cidades (Rio Branco e Brasileia).

A palavra calamidade é popularmente usada para definir adversidades, incômodos ou situações desfavoráveis em geral, mas no caso de enchentes como essa o conceito vai além. Com o reconhecimento da calamidade pelo Poder Público, o Governo pode chegar a restringir direitos da população do local onde os desastres estiverem ocorrendo, com o objetivo de preservar a ordem e a paz social. Nesse caso, o amparo está na maior lei do país, a Constituição Federal de 1988.

arquivo pessoal

"O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza." (artigo 136)

A situação requer o auxílio imediato por parte das autoridades, contudo, outras instituições também têm se prestado a fazer algo pelas vítimas, como a IIGD/AC.

 (com Assessoria/ Fotos: Arquivo Pessoal)

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