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G. Juventude

Graça Jovem cresce e mostra força da liderança no interior de Mato Grosso

26/07/2015 às 19:11h

Apesar da pouca idade, já sabem o que foram chamados a fazer neste mundo. Com essa certeza é que jovens mato-grossenses têm afirmado o compromisso com os propósitos divinos e o trabalho da igreja atualmente. O exemplo das líderes Iasmyn Mazer, Ellen Monteiro e Patrícia Toigo, de 20, 15 e 19 anos, serve para inspirar outros cristãos a levarem a sério o chamado de Deus em suas vidas, independente do fato de serem jovens. Nas cidades de Barra do Garças e Primavera do Leste, elas abraçaram a Obra por meio do Graça Jovem e demonstram que desistir do ministério é ideia que nem passa por suas cabeças.

A convite do Pastor Cleber, líder estadual da juventude IIGD/MT, elas estiveram em Cuiabá no segundo sábado de julho (11), para acompanhar um pouco da movimentação e a correria dos jovens da sede. Puderam ver de perto tudo o que acontece durante as horas que antecedem a reunião - em um sábado de Santa Ceia -, e durante a tarde receberam treinamentos como, por exemplo, métodos de acolher um recém-chegado nas Tribos. Num bate-papo descontraído, elas falaram sobre os desafios que têm enfrentado na missão de liderar e lidar com as implicações dessa tarefa na vida pessoal, já que também são muito novas. A satisfação em fazer parte do trabalho e o amor está presente em cada frase das jovens, confira ao final a conversa na íntegra.

No mesmo sábado também participou da reunião com seu auxiliar, Thiago, a jovem Maria René, de 24 anos. Eles formam a principal liderança da juventude da Igreja da Graça em Goiânia/GO.  

  

Da esquerda para a direita, Maria René, Christian, Thiago, Pastor Cleber, Iasmyn Mazer, Patrícia Toigo e Ellen Cristina.

 

 

Perguntamos à Iasmyn Mazer, líder do Graça Jovem em Barra do Garças...

 

 

 

 

Quando o Graça Jovem começou as atividades em Barra do Garças?

IasmynDia 25 de abril desse ano (2015).

 

Qual foi o ponto de partida?

O pastor (Vilmar) era muito observador, então ele viu algumas pessoas pra tomar a liderança. Uma das primeiras pessoas que ele chamou foi a mim, e perguntou se eu queria assumir o projeto. Veio aquele receio no começo, você não sabe como lidar e tal, mas a gente teve o apoio do pessoal de Cuiabá, que foi pra lá auxiliar. Então a gente começou a caminhar com as próprias pernas.

 

E como era a juventude da igreja antes disso?

Antes não era. Na igreja tem muitos jovens da casa, mas não tinha nenhum projeto jovem.

 

Qual o número médio de jovens participando do Graça Jovem/Barra?

20 a 35 jovens. Como o grupo de jovens começou agora, não chegamos a fazer nenhum evento diferente. Estamos bolando uma festa temática para o mês de agosto.

 

E você congregava na IIGD a quanto tempo?

Um ano e dois meses.

 

Como foi a sua chegada na igreja? Você sabe que aqui a gente tem um trabalho intenso para alcançar os jovens. No seu caso, como foi?

Alguém me levou, eu só ia aos cultos de domingo. Quando eu entrei tinha um projeto de jovens, eu entrei para o ministério de louvor, tocava e cantava lá. Pouco tempo depois esse projeto morreu e a gente ficou um bom período sem nenhum movimento.

 

Por quanto tempo os jovens ficaram sem atividades depois que o projeto anterior “morreu”, como você disse?

Acho que não durou nem três meses depois que eu entrei. Era só um sábado por mês que tinha alguma coisa.

 

Vocês já estão organizados em Tribos lá em Barra do Garças?

Não formamos as Tribos porque a coordenação ainda é pequena. E a gente ainda tem uma quantidade muito pequena de jovens, então, tem jovem que vai um sábado e no outro não vai, é muito rotativo ainda. Então, agora que a gente tem dois meses, agora é que começamos a ter frutos que estão ficando, que estão firmando, que estão realmente tendo o caráter de Cristo sendo formado. E aí, para o mês, a gente pretende abrir duas Tribos, até porque está ficando muitos jovens para atender em uma reunião só. Então a gente vai começar a dividir a partir do mês que vem.

 

Quantas pessoas ajudam você na coordenação?

15 pessoas. Duas líderes, uma na secretaria e outra do marketing. O resto do pessoal com quem eu conto é dividido ali dentro.

 

Quais são as expectativas para o futuro? Como vocês vão trabalhar daqui pra frente para ganhar almas e motivar os jovens a permanecerem na igreja?

A gente vai intensificar as vendas, porque eu quero despertar neles através do vídeo do retiro daqui (do Graça Jovem Cuiabá), eu quero despertar neles a vontade de ir para o retiro. E só vai para o retiro aquele que participar das vendas, porque tem que suar, né?(!). Atualmente a gente só faz uma vez por semana, vou aumentar pra duas vezes na semana depois dos cultos e vou abrir duas reuniões. Só reúno o pessoal quinta-feira e sábado. Na terça-feira vou reunir outra turma, pra poder chamar mais os jovens. Fora o ministério de dança que a gente tá abrindo justamente pra pegar aqueles que gostam de dançar pra estar na igreja nas segundas, quartas e sextas ensaiando.

 

Como você vê que Deus tem agido no seu crescimento espiritual por meio dessa liderança?

Eu estava meditando nisso. São muitos jovens, a batalha espiritual é grande... Há expectativa dos pais que têm filhos ali e não veem esperança neles e acabam depositando a confiança, não na obra do Graça Jovem, mas em quem está na frente. Então você acaba tendo aquela responsabilidade grande e tem medo de falhar. Mas aí quando eu vejo já os frutos aparecendo, aí eu olho como a gente é tão pequenininho, e como Deus faz uma obra tão grande, tão real, viva, que muda as pessoas de verdade e faz na vida dos jovens através da gente.

Tem coisas pequenas que acontecem e que entristece, porque o coração não é blindado com uma capa. Chegam até nós opiniões que não têm nada a ver com o ministério e críticas, não pra ajudar, mas, pra desanimar. Mas nada que com o joelho no chão e oração Deus não fortaleça.

Em mim tudo isso despertou e muito o fruto da paciência, da espera e da bondade, porque quando você vê o jovem se rendendo ali a Cristo, chorando, se derramando, sendo batizado no Espírito Santo, o coração enche tanto que a gente nem liga para os problemas e diz “pode vir que eu vou passar por cima”. É muito lindo.

 

Conforme o trabalho cresce, o líder precisa depender de Deus cada vez mais para desempenhar o seu papel e encarar os desafios de estar à frente...

Precisa mesmo. Deus honra aqueles que o honram, então, por mais que venham oposições quando o trabalho está crescendo e até pessoas pra dizer que não somos merecedores (por mais que não sejamos merecedores por causa da nossa natureza pecaminosa e por causa de nossas falhas), procuram achar brechas em nós pra justificar o crescimento. Não querem identificar a gente como sendo pessoas que têm compromisso com a obra, mas quer dizer que a gente quer se aparecer, quer se exibir, quer passar por cima, como se nós estivéssemos usando a obra pra autopromoção, sendo que a gente sofre muito mais por debaixo dos bastidores. Tem que lutar, tem que jejuar, tem que saber lidar as pessoas e as personalidades que são muito diferentes, ter um certo modo de tratar um, um certo modo de tratar outro... tem aquele que eleva a voz, que fica estressado. Você tem que saber ter paciência, esperar passar, pedir orientação...

Mesmo aqueles jovens que eram contra o trabalho começam apoiar. Dói naqueles que não queriam ver o projeto crescer.

 

Já pensou em desistir?

Já. Logo no começo, porque eu era inocente, de certa forma. Entrei na igreja, entrei no louvor, já fui batizada, peguei a liderança do louvor, peguei a liderança do grupo de jovens, foi tudo muito recente. Eu não tinha experiência pra lidar com as críticas dentro da igreja, então eu nunca tinha visto isso e levei um choque de primeira. Mas Deus sempre amparou com muito amor, e Ele fala, “não confie no homem, confie em mim... não procure se justificar, eu te justifico... não procura debater, só ora; Eu vou fazer por você!”. Quando eu entendi que a obra não era minha, que a obra é de Deus, que Ele tá na frente, Ele honra, Ele faz, aí... tudo fluiu de uma forma maravilhosa.

 

Como fica a vida pessoal da lider Iasmyn?

No começo tive muita dificuldade, porque isso começou a ocupar muito o meu tempo, não só estando dentro da igreja, mas também com leitura bíblica, leitura de livros, oração e pra planejar as coisas. No começo, quando a sua carne não está totalmente quebrantada, o projeto era novo, eu era nova no projeto, fiquei meio assim... será que é isso, será que não é? Mas como eu falei, quando você começa a ver os frutos nos jovens, isso passa a ser bobeira.

Realmente nasceu em mim o verdadeiro amor pra estar ali, pregando, quando vi um jovem que eu acompanhei, que foi batizado, me abraçou e disse “Iasmyn, depois fui batizado eu mudei, mudei com a minha mãe”. Então você vê que o seu tempo dormindo não é nada. Seu tempo de lazer não é nada, hoje eu abdico do meu final de semana.

 

Sobra tempo pra família?

Minha mãe mora a 300 quilômetros longe de mim, eu vou pra casa dela, mas na sexta estou de volta. Se ela falar “você não vai voltar na sexta”, eu nem vou. E Deus é tão bom que Ele nem deixa ela falar isso, ela me apoia!


 

 



Continuamos o papo, agora com a Patrícia Toigo e Ellen Cristina, liderança do Graça Jovem em Primavera do Leste...


 

 

 

 

 

 

 

Graça Jovem – Como vocês estão se organizando na coordenação e lidando com a questão da rotatividade dos jovens lá em Primavera do Leste? As Tribos auxiliam nessa parte.

Ellen Cristina – Hoje nós somos a nova liderança. Quando a gente começou a trabalhar com as Tribos (Judá e Zebulom), querendo ou não foi com uma base certa. Tinha muitos jovens, mas uma Tribo estava sobressaindo e a outra estava caída, foi criando orgulho no coração e rivalidade. Então a gente viu que não estava dando frutos e tirou as tribos. A coordenação escolheu dar uma pausa, e nisso o número de jovens caiu, hoje o grupo tem de 20 a 25 jovens, a igreja esvaziou. Teve alguns conflitos que geraram a queda de jovens e de líderes mesmo, nisso muitos jovens saíram. A gente está se reestruturando, começando do zero.

 

Então de que modo vocês estão fazendo para dividir as tarefas da liderança?

Patrícia ToigoA gente começou com dez coordenadores, mas hoje estamos nós duas e uma outra. A gente se reveza pra dar a Palavra, fazemos por amor mesmo. A Ellen conseguiu reunir um grupo de louvor, ela é a líder do louvor; eu estou na organização mesmo.

 

Para cuidar dos jovens que já estão no grupo, conquistar outros novos e arrecadar dinheiro...

Patrícia ToigoComeçamos a vender as pizzas pra incentivar os jovens, mas eles ainda estão desmotivados, devido aos altos e baixos que aconteceram. Então, tivemos que dar o exemplo em princípio, pegamos um número “X” de pizzas, a coordenação e o louvor deu a cara à tapa, pra dar o exemplo, aí eles começarem a fazer. Também fizemos um churrasco, que no final deu o triplo de pessoas que a gente esperava. Viramos a noite acordados, para atender 45 pessoas com a família, vendemos muitos ingressos e conseguimos arrecadar o dobro do valor que a gente esperava que fosse ter de lucro, foi mesmo a mão de Deus que agiu. Conseguimos comprar o nosso som, que até então não tinha, valeu a pena. Deus tem trazido água da rocha mesmo.

 

Para o futuro, a expectativa da liderança do Graça Jovem Primavera é...

Patrícia ToigoCrescer na Palavra, no louvor e passar para os jovens o máximo possível de temor à Deus e aquele amor que a gente tinha no início. Porque não adianta a gente criar uma grande estrutura, dividir um monte de ministérios, organizar, fazer isso, fazer aquilo e não ter a base ou não passar pra eles que não é por obrigação, mas sim pelo amor de Deus que a gente faz a obra.

Ellen Cristina – Sem a comunhão a gente não vai conseguir fazer nada. Estamos tentando enturmar os jovens, porque muitos deles subiram pra a obra (deixaram as atividades com os jovens) e hoje, junto com o pastor, estamos tentando trazer eles de novo pra ter essa comunhão. Já estamos planejando futuros eventos, outros almoços em prol do nosso retiro que a gente quer fazer em fevereiro. A gente não quer abrir mão.

 

Faz parte das tarefas da liderança conversar e orientar a galera. Tirar dúvidas e falar sobre assuntos sobre os quais nem sempre vocês dominam, até por causa da pouca idade que vocês têm.

Patrícia ToigoUm meio que a gente encontrou, até por necessidade, foi fazer a reunião dos meninos e reunião das meninas, pra ter uma discussão mais aberta e ampla com cada um, sem constranger as pessoas.Apareceram muitos jovens pedindo orientação sobre coisas mais difíceis de explicar, em relação a sexo, namoro, essas coisas. Então, tanto eu quanto a Ellen e outra coordenadora, que tem nos auxiliado com relação às meninas, já tivemos nosso primeiro encontro falando sobre vestimenta, comportamento, jeito de falar, etc. E o pastor tem nos auxiliado, com alguns obreiros, referente aos meninos, pra poder estar explicando pra eles como devem ou não agir, o que um cristão deve ou não fazer. Por aquela questão da base é que a gente precisa deles.

 

O pastor responsável pela IIGD Primavera do Leste auxilia na liderança da jovens da igreja? Ele abraça os projetos do Graça Jovem?

Patrícia ToigoTotalmente! O pastor (Adéssimo Silva) tem feito o que dez coordenadores não fizeram, na verdade ele tem sido nosso apoio em tudo. Conforme a antiga coordenação foi saindo, ele foi reestruturando os jovens, nunca deixou morrer, tanto que trouxe a gente pra cá. Ele tem divulgado, ele vira a madrugada mandando mensagem para os membros, pedindo pra comprarem nossas pizzas. Ele liga pra gente cobrando; liga pros jovens; orienta; atende de madrugada, na hora que a gente precisa ele atende; tem sido um verdadeiro pai espiritual há quatro anos. A gente já está se preparando psicologicamente para o caso de ele ser transferido. Acho que porque o ministério dele começou no grupo de jovens, ele tem um carinho muito grande pela gente. Foi ele quem fez questão de nos levar pra conhecer o pastor Cleber, conhecer o pessoal do louvor, mostrar e incentivar a crescer em Primavera também.

 

O que motivou a vinda de vocês até Cuiabá?

Ellen Cristina – Depois de um culto de domingo que o pastor (Cleber) fez lá em Primavera, falamos com ele que a gente não queria continuar na mesma monotonia, que queria melhorias para o grupo de jovens e precisava de ajuda. Daí, ele disse “então arruma as malas porque sábado vocês vão estar indo pra lá”. Então, a gente veio visando melhoria para o marketing, evangelismo, vendas no nosso grupo de jovens mesmo, pra ver essa correria, chegar lá e passar pra eles como aqui funciona, passar a verdadeira característica do Graça Jovem hoje. Que não é simplesmente palavra nem simplesmente louvor; tem toda uma discussão por trás disso, toda aquela correria pra que tudo isso funcione. A gente já tá aqui planejando como vai ser chegar lá amanhã e passar pra eles, até mesmo essa questão de respeito e hierarquia. De confiança também. Até pra que eles possam chegar até nós pedindo ajuda, porque nós queremos ser o meio de levar até à Jesus, pra que Jesus leve eles até Deus. E que a gente venha a criar os nossos filhos na fé de uma maneira espiritual e madura, pra não criar mais jovens infantis, fracos na fé, mas verdadeiros adolescentes e jovens preparados para ser futuros obreiros, futuros missionários.

 

Tem alguma coisa que a gente não conversou e vocês gostariam de falar?

Patrícia ToigoFaz dois anos que entrei na obra – comecei agora! –, tem muito chão pela frente. Mas eu me converti em um retiro de jovens, então acredito que o valor que o Graça Jovem tem pra gente vai muito além de uma reunião no sábado. E acredito que (o pessoal de) Cuiabá tem conseguido passar isso, porque tem colocado na nossa rotina. Por exemplo, não vieram dizendo: “Ah, como lidar com 1500 jovens”, mas dizem “como lidar com quantos jovens tem na sua cidade”! Então a gente tenta agir de um jeito que venha a dar frutos lá na frente, porque, querendo ou não, acredito que o Graça Jovem é uma base da igreja. “Que nem”, na escola dominical, você vai preparando eles pra estar crescendo na fé, pra que, quem sabe lá na frente a gente venha a tem membros mais capacitados para orientar; que a gente venha a ter pais mais capacitados para orientar seus filhos e sejam mais maduros em relação a Cristo. Então acredito que a gente está no rumo certo e vai dar tudo certo!

 

Ellen também falou sobre dificuldades que teve dentro de casa com os familiares, diante das tarefas no Graça Jovem...

Moro com meus pais. No começo foi complicado, porque somente eu e minha mãe entramos pra igreja – a sete anos atrás. No nosso caso foi por amor, muitas pessoas vão pela dor, pela perda ou por alguma coisa que elas estão sentindo falta. Fomos convidadas por uma mulher que hoje é obreira da igreja, é nossa mãe espiritual. O amor foi crescendo, mas eu tinha muita dificuldade pra ir ao grupo de jovens, pela questão de o meu pai não era evangélico. Ele bebia, mas ele parou de beber, aceitou Jesus por minha causa. Deus permitiu que uma alergia tocasse na minha pele, foi quando ele chegou até Deus e falou: “Deus, se o Senhor curar a minha filha, eu nunca mais coloco uma gota de álcool na minha boca”, sou muito agradecida a Deus. No começo teve muita complicação, Satanás é astuto e busca todos os dias tragar a nossa vida; mas é uma luta que a gente sabe que vai ter uma recompensa. Porque não adianta de nada eu ganhar a minha família, sabendo que o mundo lá fora precisa de mim. Foi muito difícil, é muito difícil, só que é muito valoroso você abrir o olho no meio da oração e ver jovens sendo derramados na presença do Espírito Santo. O meu ministério começou com 13 anos, hoje, com 15 anos, eu sou líder do grupo de jovens e do louvor, faço parte louvor da igreja, faço parte do ministério de dança. Então são coisas que me acrescentaram pra eu não voltar minha atenção para o mundo. Hoje eu sinto a necessidade de estar na igreja, não por obrigação, mas por amor. Realmente sinto a necessidade de fazer a obra, porque ela precisa de mim.

Hoje os dois são convertidos, graças à Deus meu pai se batizou ano passado, eles não implicam. Lógico, eles tem aquela preocupação por eu ser menor de idade, mas eles sabem que é pra obra e sabem que uma hora ou outra eles teriam que me entregar pra Deus. Porque eles sabem que a obra realmente precisa de mim. Hoje eles me apoiam totalmente e têm orgulho de me ver com 15 anos à frente de muitas coisas, de muitas responsabilidades. E também sabem que quanto mais me é dado, mais me é cobrado e entendem. Às vezes perguntam: “Ellen, por que tantas vezes você fica na igreja?”. Eles sabem que eu tenho as chaves da igreja, eu abro para os ensaios, mas que apesar da idade pouca, a maturidade está mais avançada.

 

E Sobre conciliar o ministério com os estudos...

... é muito difícil, mas é possível, a base é ter organização é ter foco. Não basta eu ser a líder exemplar dentro da igreja se as minha notas estiverem lá embaixo. Eu preciso dar o meu bom testemunho tanto dentro de casa, como filha, quanto na escola como aluna, e na igreja como cristã.

Patrícia e Ellen em Primavera do Leste estão sob a autoridade do Pastor Adessimo Silva, responsável pela IIGD na cidade.

Iasmyn Mazer, em Barra do Garças conta com a supervisão do responsável pela IIGD regional, Pastor Hariston Oliveira.

Fonte: Graça Jovem MT

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