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Comunidade internacional deve pôr fim à humilhação enfrentada pelos que vivem na pobreza, diz ONU

18/10/2016 às 18:19h

Nesta segunda-feira (17), Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, Ban Ki-moon alertou que existem 1 bilhão de pessoas no mundo vivendo em miséria extrema e mais de 800 milhões enfrentam fome e desnutrição. Dirigentes do Fundo de População da ONU (UNFPA) e da UNESCO também pediram mais esforços para acabar com o sofrimento de indivíduos marginalizados.

Marcando o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, lembrado na segunda-feira (17), o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, destacou que” a pobreza é ao mesmo tempo a causa e a consequência da marginalização e da exclusão social“. Atualmente, há 1 bilhão de pessoas vivendo em condições de miséria extrema e mais de 800 milhões enfrentam fome e desnutrição em todo o mundo, alertou o chefe da ONU.

Ban disse que para cumprir a promessa da Agenda 2030 — “não deixar ninguém para trás” —, é preciso pôr fim à humilhação de pessoas que vivem na pobreza.

O dirigente máximo do organismo internacional afirmou ainda que as condições degradantes e a exclusão causadas pela miséria contribuem para gerar outros problemas sociais como, em casos mais graves, até mesmo o extremismo violento.

“A pobreza não é simplesmente medida pela renda inadequada. Ela se manifesta no acesso restrito à saúde, à educação e a outros serviços essenciais e, muito frequentemente, pela negação ou o abuso de outros direitos humanos fundamentais”, acrescentou.

Diante do desafio, o secretário-geral sugere a construção de sociedades mais inclusivas e o envolvimento de todas as pessoas em esforços globais. Ban observou que é responsabilidade de todos os governos e sociedades reduzir as desigualdades e garantir que as pessoas em extrema pobreza possam ter um futuro mais próspero, justo e sustentável.

Fonte: ONU Brasil

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