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Internacional

Ministra entra em contato com governo iraniano para saber sobre Yousef Nadarkhani

29/02/2012 às 22:47h
Mesmo sugerindo propostas para encontrar as reais acusações contra o pastor o governo brasileiro não tem interesse em ser o mediador do caso

Nesta quarta-feira (29) a ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann afirmou para a imprensa que entrou em contato com o Irã para saber sobre a prisão de Yousef Nadarkhani, acusado de apostasia por deixar o Islã para se tornar cristão.

Como prometeu ao pastor e deputado federal Marco Feliciano, Hoffmann vai tentar usar a boa diplomacia que o Brasil tem com o governo iraniano para levantar informações sobre Nadarkhani e saber se ele ainda está vivo.

“Nós já temos feito contato com nosso embaixador no Irã, o Itamaraty também tem feito contato pra saber efetivamente qual é a causa da prisão e levar os nossos posicionamentos sobre a defesa dos direitos humanos”, disse ela durante um evento no Palácio do Planalto.

Uma reunião entre a ministra e os parlamentares da bancada evangélica deve acontecer ainda nesta tarde para encontrarem uma solução de como o governo brasileiro pode interferir no caso. Caberá ao  ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, elaborar um relatório detalhado sobre o caso para que uma manifestação formal seja apresentada ao Itamaraty.

Mas apesar dessas reuniões o Brasil “não tem pretensão de ser intermediador” entre o pastor e o Irã, segundo informou a ministra Hoffmann. “Nós fomos procurados por um grupo de pessoas, de parlamentares da comunidade evangélica, pra que nós pudéssemos saber o que está acontecendo e também pudéssemos ajudar e manifestar solidariedade, manifestar a posição do Brasil em relação a isso”, concluir ela.

De acordo com ACLJ (Centro Americano para Leis e Justiça) o pastor já teve sua sentença de morte decretada e não há como saber se ele já foi executado ou não. Essa declaração foi dada durante o programa Jornal Nacional e teve grande repercussão entre a população brasileira, principalmente entre cristãos que já estavam cientes sobre o caso.

Fonte: G1

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